Filth. Inglaterra, 2013.

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Daqueles mistérios do cinema: um roteiro medíocre bem realizado [lembra do Drive?]. O diretor Jon S. Baird deve ser daquele tipo de babaca que se acha fodão mas que não sai da apelação óbvia. Estão vendendo o longa por aí como filme pop; adaptado de obra de Irvine Welsh [de Trainspointing, adorei quando adolescente mas tenho até medo de assisti-lo novamente], trilha sonora rocknroll cansativa e forçosa assim como toda a putaria explícita e consumo de drogas excessivo. E o que é o travestismo lá pro desfecho pro discurso por trás da merda inteira não parecer tão homofóbico? No mais, vale pelo elenco. James McAvoy é muuuuuuuuuito talentoso e carismático, e a Shirley Hendersen está fabulosa de esposa do melhor amigo do protagonista e amante do mesmo.  No mais, fujam deste nonsense. Não se fazem mais Guys Ritchies como antigamente.

O McAvoy levou o British Independent Awards de melhor ator.

Avaliação: 2,5/5

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