Robocop. EUA, 2014.

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Não é que o José Padilha conseguiu levar algo de seu Capitão Nascimento para o Robocop? Em determinado momento do filme o tal Robocop fica além do bem e mal, um verdadeiro justiceiro. Só achei o filme um tanto frívolo, ou o protagonista, Joel Kinnaman. Faltou emoção. Tá, exigir emoção de um robô é um tanto demais, neah? Hahaha

Porém, confesso que melhor que o filme foi assisti-lo num Imax do Spectrum em Irvine, California. Qualquer filme que você assiste ali fica legal.

No mais, adorei a atuação do Samuel L Jackson como o âncora do telejornal da intro do filme e do sumidão Michael Keaton como o vilão do filme. Ao menos um  vilão carismático, coisa rara nestes filmes de ação atuais.

E Padilha, acho que se rolar a continuação do filme será bem mais foda. Não desista de sua carreira em Hollywood [dizem que ele detestou a experiência].

Avaliação: 3/5

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