Oslo, 31 de agosto [Oslo, 31. august] Noruega, 2012.

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Oslo é mesmo qualquer cidade do mundo, universal. Os cortes de vozes em off da intro do filme dizem muito sobre Oslo, assim como de Teresina ou São Paulo.

Um ex-viciado em breve terá de encarar a realidade lá fora da clínica de rehab, será que vai dar certo? Me identifiquei tanto com o filme, NÃO SOU VICIADO mas esta coisa de você ter que se adequar à sociedade… ENTENDO MUITO DISSO.  Dos filmes contemps que eu mais amei. E o filme além de rock n roll [tem indieces e electropop na trama – Daft Punk, Sebastien Tellier etc.] é altamente literário [inspirado num romance de um tal Pierre Drieu La Rochelle e senti muito de O Apanhador em campo de centeio]. E nada de indie-forçoso, muito cinema verité.

Gracias que sou mais otimista que as personagens do filme e o diretor. Joachim Trier [parente distante do dinamarquês Lars Von Trier], prazer! Destaque ainda ao ator protagonista, Anders Danielsen Lie, de uma melancolia ímpar.

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