Post Tenebras Lux. México, 2012.

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Depois do MA RA VI LHO SO Luz Silenciosa, fiquei na cola do diretor Carlos Reygadas. E então este causa furor em Cannes, festival de vaias após o diretor ser premiado. Confesso que fiquei muito desapontado, até entendo as vaias… Pra mim, o diretor não conseguiu o seu objetivo de retratar a crise doméstica de uma família urbana que se muda para o interior do México. E até hoje não saquei o porquê da escolha daquela lente de efeitos durante quase toda a duração do filme. Estética linda mas nonsense, principalmente quando surgem as subjetivas ‘alteradas’. Ficava pensando: a personagem tomou um ácido? E as faladas aparições do ‘coiso ruim’ ainda que arrepiantes não entraram muito bem no ritmo do filme [principalmente a segunda aparição]. Sem falar da bagunça da ordem cronológica que não precisava [só pro filme ficar mais artsy, num tem?]. Pra se curtir apenas a estética mesmo, e olhe lá, muito pretensioso. Por exemplo: alguém me explica o porquê dos menininhos jogando futebol americano no final? Sou muito burra, né?

Seu Reygadas, volte para o fascínio da simplicidade, please!

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