Pietá. Coréia do Sul, 2012.

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18o. filme de Ki-duk Kim. Sim, isto é anunciado no início deste longa. Eu fiquei tão passado com o filme que PUTZ como eu vi poucos títulos do mesmo diretor [acho que eu só vi o plácido Primavera, Verão, Outono e Inverno]. Estes coreanos tem um senso estético muito apurado, fico boquiaberto. Eu não tenho defeitos a apontar. Ainda que eu tenha ficado muito deprimido, thriller fodástico. Master controverso, sádico, incestuoso, doentio e até infantilóide, mas obrigatório! Um cobrador impiedoso de dívidas de seguro rever seu papel com a aparição de uma mulher que diz ser sua mãe. Min-soo Jo, que interpreta a tal mãe, está sublime e levou o Asia Pacific Screen Awards [o Oscar asiático] de melhor atriz.

E como o papel da mãe é importante no oriente, tantos filmes legais envolvendo Complexo de édipo e Liliths com sentimento de culpa. É este, é Mother do Joon-Ho Bong, é Poesia do Lee Chang-dong, TODOS PERFEITOS!!! Dá pra fazer uma tese de dissertação sobre.

Premiado como melhor filme em Veneza.

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