Dredd. Inglaterra, 2012.

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Me surpreendi com este filme de ação. Está mesmo acima da média, pipocamente falando. E quando tudo me parecia ultra moralista, no final o caos reina. Só achei demais o nome da vilã ser Mama, a gatan [interpretada pela Lena Headey] é uma Lilith [a primeira mulher de Adão, culpada de todos os males da Terra] traficante apocalíptica riscada e cheia das cicatrizes,  lembrei da galera que curte body modification que inspirou muito o clássico de horror Hellraiser. Mas o melhor mesmo são as passassões da droga SLO-MO, uma parada meio crack lisérgico, deu vontade, a Mama se passa… huh huh huh

E o Karl Urban de juiz Dredd está tão caricato quanto o Sylvester Stallone [que já interpretou a mesma personagem em 1995] todo trabalhado no biquinho. A trama é adaptada de um cartoon inglês famosinho. Num futuro próximo, a radiação tomou conta dos Estados Unidos e só existe uma Mega City super violenta, onde criminosos tomam conta das ruas e a tal Mama impera num master prédio. O juiz Dredd e uma parceira paranormal iniciante irão tentar dar uma jeito na situação. A estilização da violência reina! E ainda que seja adaptado de um cartoon, tem uma pintonna de video game. No elenco, eu curti muito a Olivia Thirlby que interpreta a tal juíza paranormal. E amei ter Vitalic na trilha, mas no geral, é bem genérica de eletronices de filmes de ação.

* E como eu queria pegar qualquer pessoa com aqueles uniformes dos juizes. huh huh huh

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