Sou um cyborg, e daí? [Saibogujiman kwenchana] Coréia do Sul, 2008.

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Estética impressionante a deste filme do Park Chan-Wood [de Oldboy e Sede de sangue], pra variar… Tudo muito bem pensado e calculadinho, de um perfeccionismo doentio até. Curti muito tudo, o único problema  está na trama [uma jovem é internada num asilo por achar que é uma cyborg!?] que de tão esquizofrênica, você tem momentos de ódio profundo da paranóia toda [que chega a ser até infantilóide]. Mas o senso estético refinadérrimo supera tudo. Chan-Wook conseguiu dá seu toque plástico neste seu upgrade de Um Estranho no Ninho, o diretor realmente é o maior representante do cinema coreano contemps, ainda que às vezes pareça pasteurizado, não tem como não lembrar das produções kitscheskas dos clipes de K-Pop tão em voga atualmente. Além da vibe videoclíptica de Um Estranho no Ninho, o filme também nos apresenta uma bela história de amor. E o casalzinho é muito fofo: curti muito o look pseudo Emília do Sítio do Pica Pau Amarelo da protagonista [quero até copiar em alguma produção no futuro] e o seu parzinho coelhinho ladrão [interpretado pelo popstar coreano Rain] dá vontade de convidar para um pica-esconde. hahaha… A gordinha que coça os pés e começa a voar também me inspirou muito.

Os festivais parecem que amam o diretor, seus filmes são sempre agraciados por aí, este foi premiado em Berlim. E estou louco para conferir a primeira produção do diretor fora da Coréia, Stoker, com a diva Nicole Kidman no elenco. Promete!

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