Cosmopolis. Canadá, 2012.

Um filme a cara dos nossos tempos, e por isso uma obra única. A decadência do capitalismo, o vazio da pós-modernidade transbordando, a hiper-MEGA-SUPER- ULTRA-realidade, o poder de uma grande performance, todos nossos passos sendo filmados/registrados de alguma forma alucinante, e, claro, O TÉDIO. Serve muuuito de objeto de pesquisa acadêmica. Uma pena que o filme seja tão propositadamente claustrofóbico, 90 % da “ação” se passa dentro de uma limousine, affie! E tem horas que os diálogos ficam cansativos.

Mas David Cronenberg continua fiel ao seu estilo perversinho [e esqueçamos o fraquíssimo Um método perigoso]. E o diretor merece pontos por ter conseguido uma “certa atuação” do Robert Pattinson, sua melhor atuação no cinema até agora. Mas quem arrasa lindo é o Paul Giamatti [e olha que eu sou até meio cismado com os cacoetes dele].  E a Juliette Binoche está LIN DON NA em pontinha. Foi bom surpreender novamente, David!

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