Anna Karenina. EUA, 1935.

Adorei o filme porque me deu super vontade de ler o livro de Leo Tolstoy. Greta Garbo interpreta a personagem título, esposa de um chanceler que joga tudo para o alto por um amor proibido. Mais uma vez a Garbo interpretando uma outsider, ser divorciada no século XIX era um verdadeiro escândalo. E mais uma vez uma mariconna apaixonada por um novilho. Mas o tratamento da personagem é interessante, é realista e tem consciência de toda merda que está fazendo, porém se permite à ingenuidade. Garbo arrasa no romantismo blasee. O final do filme foi um escândalo para a época [sem spoiler]. Analisando isso tudo faz até a gente gostar mais do filme, nem tão obrigatório assim. A crítica ao mundo de aparências ainda é válida em nossa sociedade contemps. Destaque ao peguete da Garbo, Fredric March. E achei o maridon czarista interpretado pelo Basil Rathbone [que foi peguete dela na vida real também – veja a resenha do filme anterior] muito homoerótico. Você jura que está vendo um filme contemps de uma travesti casada com uma bicha enrustida.hahaha Melhor que aquele filme brasileiro mixuruca, Elvis & Madonna.

Premiado como melhor filme estrangeiro em Veneza.

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