Venus Negra [Venus Noire] França, 2010.

Impressionante cinebiografia de Sarah Saartjie Baartma, africana que abalou na Europa nas primeiras décadas do século XIX como a Vênus Negra. Sua genitália impressionava tanto o imaginário do público que a gatan [pré-mulher melancia] acabou virando estátua do museu de ciências naturais depois de morta [a ciência a tinha como prova concreta de que os negros eram macacos mais evoluídos]. Ela se apresentava como uma espécie de Monga A Macaca das feirinhas contemps do interior do Brasil, num tem? E o filme é de uma força tremenda para os estudos pós-coloniais, gostaria de assisti-lo do lado das feministas mais xiitas. A ambiguidade reina!!!

E pirei muito de tesão no Olivier Gourmet, interprentando o empresário que leva a tal Venus para se apresentar para a aristocracia da época. Ele dominando a tal venus de botas e chicote e talz.  Corri para o banheirão.

Dizem que o filme é uma resposta contemps do King Kong vs O homem elefante. Mas TACA PIMENTA NISSA.HAHAHA

Fiquemos de olho nos próximos trabalhos do ambicioso Abdellatif Kechiche.

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