Infiel [Trolosa] Suécia, 2000.

Que pessoas mais difíceis são a Liv Ullmann e o Ingmar Bergman. Li recentemente o Mutações da musa, achei de uma sensibilidade ímpar. Depois fui pesquisar mais sobre sua carreira e me deparei com uma Ullmann diretora. Claro que baixei algo. Ela dirige este filme e seu ex-marido, Bergman, escreve. O filme é bem dirigido, atuações ótimas [de Lena Endre – que pode ser vista na versão européia de O homem que não amava as mulheres – e do charmoso Kirster Henriksson] … Mas poxa, Bergman! Precisava FOSSAR tanto a barra no roteiro? Além de ser daqueles filmes que te deixam deprimido, SÃO DUAS HORAS E MEIA DE DURAÇÃO! Não recomendo mesmo!

Na trama, a gata trai o marido com o irmão do mesmo etc., e no fim todo mundo se trai… E tem um velhinho interpretado pelo Erland Josephson que meio que faz o analista da gatan, depois ele parece ser um escritor e que tudo ali é fruto de sua imaginação… Enfim, ô embromação! São tantos acertos de contas, acho que tudo para mostrar a boa direção de atores. Fica aquela sensação de muito barulho por nada. Chatice!

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