Gótico [Gothic] Inglaterra, 1986.

Só muito das antigas para alguém financiar mais uma vibe errada do diretor Ken Russell. O cara se passava demais… Aqui ele fez sua versão da famosa noite em que Lord Byron, Percy Shelley e Mary Shelley dividiram estórias de fantasmas e daí então a escritora viria a criar o seu famoso Frankenstein. Claro que na versão do Russell eles iriam alucinar no ópio, espiritismo etc. Mas nada me deixa mais impressionado que os fatos biográficos da Mary Shelley. O Frankenstein surge de uma tragédia pessoal de Mary [no caso, um aborto] e depois de criá-lo,  não deixará ninguém ao redor da gata vivo, como no livro… A vida imita a arte e vice-versa.

Eu sei que eu admiro demais a criatividade do Russell para estes momentos de caos absurdinhos. Ele sabe criar imagens ambíguas inesquecíveis.  E no elenco, temos uma jovem Natasha Richardson, que morreu ano passado [relativamente jovem – na casa dos 40 – será uma maldição?] deixando o Liam Neeson viuvão, lembra?

E por favor, não espere um filme de terror. Pura esquizofrenia!

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