Cinderela em Paris [Funny Face] EUA, 1957.

Super acertei no filme logo após o deprimidinho do Mary & Max. Cinderela em Paris é um deslumbre de encantamento.  Tá, a tradução do título para o português faz todas correrem… Nem tem gata borralheira. A Audrey Hepburn interpreta uma funcinária de uma livraria toda metida a filósofa empaticista [existe esta corrente mesmo?] e é descoberta meio à toa por um fotógrafo que a indica para ser o novo rosto da revista de moda Quality para o mundo. O início lembra o melhor de O diabo veste Prada e Uggly Betty. Os figurinos Givenchy que a Audrey usa no filme fizeram história. O fotógrafo é nada menos que o Fred Astaire, já meio velhinho e muxoxo para a Audrey, no auge de seu frescor. As canções são lindas [de George Gershwin], e destaque principalmente à Audrey em performance num barzinho escurinho de Paris. Não sabia que ela dançava tão bem.  Destaque também à versátil Kay Thompson como a dona da revista.

Tudo bem, algumas passagens não envelheceram tão bem e o final é meio broxante para os dias de hoje, mas o filme comove em MUUUUUUITOS MOMENTOS. Stanley Donen dirigiu os dois protagonistas deste filme nos obrigatórios Cantando na Chuva e Charada. Ternurinha!

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