O rio das almas perdidas [River of no return] EUA, 1956.

Pai ex-prisioneiro recupera seu filho num vilarejo para recomeçarem suas vidas num rancho e jogador ambicioso parte com a namorada prostituta em busca de um terreno numa cidade mais desenvolvida. Os quatro se cruzam e algo inesperado acontece… Faltou verossimilhança na relação pai-filho, além da formação do triângulo amoroso. A Marilyn Monroe interpreta uma mulher da vida num fim de mundo meio Sodoma & Gomorra da corrida do ouro nos EUA. Achei a atriz meio perdida e numa interpretação muito robótica. O romance dela com o rude [e sexy] Robert Mitchum [do clássico O Mensageiro do Diabo] não decola. E o filme em si é muito conservador, falando em feminismo. E os brancos se matando pelo ouro, os índios caçando os brancos e o exército correndo atrás de índios. A Marilyn também faz sua performance musical mais agressiva evaaaaaaaaah, com as pernas abertas na cara da platéia masculina. E o pai ensinando o filho a atirar, etc., e o TCM ainda apresenta que o filme é censura livre para toda a família. Say!
O melhor é conferir a Marilyn fazendo a Fitzcarralda.kk

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