A Alegre Divorciada [The Gay Divorcee] EUA, 1934.

Meu primeiro filme da parceria Fred Astaire e Ginger Rogers. Já sabia da importância e cansei de citar seus nomes por aí graças à letra de Vogue da Madonna. Primeira impressão: o Fred Astaire tem uma cara de mona [kk] e tem uma performance tão descontraída nas partes musicais [viado ahaza na dança, hein?]; a Ginger Rogers de início me pareceu ser uma atriz meio apagada, ela é a cara da Christina Aguilera e  mostra a que veio quando começa a dançar. O que é a primeira dança do casal? Como a Rogers consegue rodar zilhões de vezes com aquele vestido longo?

Sim, o melhor do filme são os musicais, desde a abertura do filme super original até a última dança do casal de protagonistas dançando de parzinho num sobe e desce de escadas. Uffie! O roteiro do filme é bem fraquinho, trata-se de uma armação de uma moça casada cujo o marido não aceita o divórcio e ela trama ser pega no flagra, etc. No início achei o filme moderninho, com a Rogers mostrando as pernas e um personagem totalmente gay amigo do Astaire roubando a cena [o óteeemo Edward Everett Horton], mas no final é tudo tão happyend e a tal bee casa-se com a tia da Rogers, ô besteira!

O filme ganhou Oscar merecido de melhor música [tem algumas músicas do Cole Porter] e tem figurinos deslumbrantes.

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