Nosferatu – O Vampiro da Noite [Nosferatu: Phantom der Nacht] Alemanha e França, 1979.

Remake do clássico do expressionismo alemão do Murnau by Werner Herzog. Novamente o diretor conseguiu incluir a importância da natureza em um filme seu. Não tem como não lembrar do elemento sublime de Fitzcarraldo e Aguirre em alguns momentos, romantismo no ar…  Porém, todo o sublime acaba prejudicando no andamento do filme, que fica pra lá de monótono, melhor ficar com o orignal e com o Drakula de Bram Stoker do Francis Ford Coppola também [os dois são dos filmes de minha vida]. E não sei porque estes diretores [exceção do Coppola]  colocam a Lucy como a heroína da trama, sendo que no livro do Bram Stoker a protagonista é a Mina Hacker. E o Herzog também adicionou um final muito tosco pra personagem do Jonathan [Bruno Ganz, o Hitler de A queda]. No mais, o muso do Herzog,  Klaus Kinski, tem a oportunidade de fazer sua performance pra lá de teatral como o vampirão e o filme fica mais interessante a partir do momento em que sua personagem entra em cena. E a Isabelle Adjani, linda de ser como sempre, está super Madonna by Edvard Munch. Aliás, o filme consegue nos remeter à estética do pintor expressionista em vários momentos.

E nunca vi filme com tanto rato em cena… Uiuiui!

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