Shirin. Irã, 2008.

Resolvi dá mais uma chance ao Abbas Kiarostami. Achei a proposta de filmar a reação de atrizes iranianas diante um filme super melodramático inspirado em poema épico clássico da Pérsia[com um quê de feminista na mensagem] bastante ousadinha. Uma experiência interessante, vários rostos expressivos em close up e também sacamos que a mulher iraniana é mais moderna e plural do que nós ocidentais imaginamos. Superficialmente falando, são bonitas, super maquiadas, unhas feitas, montadas no cinema, admirei! Só não é reconfortante ficarmos assistindo as gatas assistirem ao tal filme por 90 minutos. A gente só ouve as falas da tal trama. Sim, isto trabalha nossa imaginação mas fica cansativo… O Sombra do Philippe Grandieux fez essa mesma experiência com criancinhas assistindo a um filme de terror e foi bem mais interessante e não era o filme inteiro. Destaque à pontinha da Juliette Binoche no meio das iranianas choronas. E sim, quero assistir ao filme que as gatas assistem. Parece ser dramão jocoso ‘daqueles’!

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