Jogo de Cena. Brasil, 2007.

Interessante o argumento deste documentário. Depois de publicar num jornal de que precisa-se de mulheres com super estórias de vida pra um doc e após selecioná-las, o diretor Eduardo Coutinho convidou atrizes pra recontar as estórias paralelamente às das anônimas ou não. O que fica no ar é: até onde um documentário pode ser manipulado, ou, o que é verdade e ficção num doc? Só não valeu a sensação de que as atrizes são péssimas atrizes com seus truques dramáticos diante de estórias de anônimas tão cheias de emoções… Fiquei principalmente desapontado com os ‘assims’ da Fernanda Torres, ó! Se bem que lá pro fim dos conversées, eu já estava desconfiado era de que tudo não passava de atuação… A estória da macumba da Fernandinha e a da empregada da Andréia Beltrão, sei não… E a anônima que no final repete a estória da mãe que perdeu o filho? Fiquei comovido mesmo mesmo mesmo com as narrativas da Sarita Houli Brumer, que adora o filme Procurando Nemo, e da Nilza, a babá de atitude que adora pouca roupa e de olhar pro céu… Autênticas!

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