Mal dos Trópicos [Sud Pralad] Tailândia, 2004.

Enquanto a primeira parte do filme retrata de forma naturalista a relação de um jovem casal gay[um jovem soldado militar em missão no campo e um jovem desempregado] nos trazendo a percepção do poder da globalização, Quem quer ser um milionário e a banda The Clash são algumas referências pop citadas… Na segunda parte, entra na trama um monstro lendário que começa a atacar animais e fazer vítimas numa floresta próxima à fazenda onde a bee desempregada vai morar e a bee militar está em missão.
Quando eu começava a me questionar a respeito da teoria sobre alteridade, pensando no soldado gay que vai desbravar a mata em busca do tal monstro, isto é, um ‘outro-queer’ em busca de um ‘outro-monstro’, levei uma super rasteira e fiquei sem chão… I N I M A G I N Á V E L! O porquê do filme está além de qualquer discussão acadêmica rotineira. Minha primeira experiência com o diretor Apichatpong Weerasethakul, que levou hoje a Palma de Ouro em Cannes, foi simplesmente inesquecível!!!
Não vou falar mais sobre o filme… Experimente você mesmo!
E chega de humanidade… Não faz mais sentido este mundo da forma em que está… Vamos voltar pra Grande Mãe!
Premiado pelo juri em Cannes e no festival de São Paulo.

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