A religiosa[Le religieuse] França, 1966.

Adaptado da obra de Diderot de mesmo título e direção do elogiado Jacques Rivette, um cineasta meio esquecido entre os Godards e Truffauts da vida. A tal religiosa é uma condenada ao sofrimento desde o nascimento, filha ilegítima e sua família sem dinheiro a manda pra um convento ultra conservador, depois de uma revolução por inaptidão ao hábito consegue ser transferida pra um outro convento cheio de lésbicas, etc. A lição que fica é O HOMEM ESTÁ CONDENADO A SER LIVRE. Pode ser meio pessimista essa vibe ‘existencial’ na qual eu me encontro, mas tudo agora eu linko a esta corrente e tem feito sentido. Voltando ao filme, tem o roteiro muito bem pensado, só fiquei achando que o longa poderia ser mais curto[kkk]. E o filme foi banido por um ano na França, acho meio absurdo pois achei a crítica do diretor bem acima da religião…E que linda é a atriz principal, Ana Karina me lembrou um pouco a Jolie e Cotillard.

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