Gran Torino. EUA, 2008.

Clint Eastwood entra na questão pós-colonial neste filme. Ele representa o velho branco americano machão e solitário diante de uma América de valores decadentes. Ele se envolverá com os problemas de seus vizinhos coreanos e pagará caro por isto… Seria uma metáfora à invasão americana no Iraque no período do governo Bush. Apesar do discurso do diretor no filme ser antiquado, do tipo de sua personagem fazer piadinhas no que se refere às outras etnias e até mesmo aos gays[o que é a parte em que Eastwood vai ensinar ao jovem Thao a se comportar como homem?], no final ele passa a borracha neste mesmo discurso, demonstrando a inadequação deste tipo de comportamento no mundo atual. Apesar do filme trazer essas discussões importantes, na parte técnica tem-se a impressão de desleixo do diretor em alguns momentos. As atuações do diretor/ator e do jovem coreano Thao também deixam muito a desejar. Ainda assim o filme está acima da média.

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