O leite da amargura [La teta asustada] Espanha/Peru, 2009.

Um clássico contemporâneo. O argumento é pra lá de curioso… Uma jovem peruana perde a mãe e ao mesmo tempo gera uma batata em seu útero… É isso mesmo: uma batata! Mas se você pensa que isto se trata de uma comédia, mero engano… Realismo mágico, sim! Uma referência às mulheres vítimas da guerra civil do Peru. E dizem que a diretora Claudia Llosa vai tombar a Lucrécia Martel, já que a crítica tem apontado e comparado o trabalho das duas. Acho bem cada uma no seu quadrado, se bem que as duas são mulheres latinas com um olhar muuuuuito sensível.
O filme foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro e vencedor do Urso de Ouro em Berlim. E a belíssima Magaly Solier, como a jovem Fausta, arrasa toda humilde e com franjona a la Cat Power. Destaque ainda à música bem peculiar cantada em forma de cordel local dos Andes pela atriz já citada e sua mãe… Obra-prima!

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