Filmeeenho bem mediano, apelou para o drama do 11 de setembro e já sentiu o xororô, né? Mas tenho que reconhecer que tem uns momentos legaizinhos e me fez chorar SIM. O que mais cansa é o excesso de ameliepoulinismos [sério, a personagem do Tom Hanks também curte enfiar a mão em sacos de grãos, PLIS!], algumas soluções forçassão de barra do roteiro e tipo, a personagem da Sandra Bullock não tem o que fazer, a personagem do John Goodman também, sem falar do muso do Bergman, Max Von Sydow, fazendo a tia muda[!?]. Um desperdício de elenco! O grande destaque mesmo vai para o garotinho protagonista, o novato Thomas Horn, que rouba a cena de todas!!! HUMILHA O HANKS E A BULLOCK, dá peninha dos tios! A Viola Davis chora pelo nariz mais uma vez e o Jeffrey Wright sempre ótimo [pago pau pro Wright!]. Também merece atenção a edição de som, ainda que o somzinho de pandeiro tenha me incomodado um pouco. E o filme ainda foi indicado ao Oscar de melhor filme [oi?] e o Von Sydow indicado como melhor ator coadjuvante [desnecessário, acho que vale mais pelo conjunto da obra mesmo]. E não precisava de mais de duas horas de filme.
Esperava mais do Stephen Daldry, de As Horas, Billy Elliot e O Leitor. Mas também, o roteiro é do Eric Roth [gravem este nome!], do péssimo O curioso caso de Benjamin Button. Que droga!
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O Rotten Tomatoes listou o filme como dos indicados ao Oscar de melhor filme com pior cotação. Veja lista completa aqui!


Também achei o filme fraquinho e olha que fiquei impressionado com a atuação do garotinho.