Estava precisando de um filme desconcertante. Temporada de Oscar caretinha, veio em boa hora!
Que mãe nunca teve vontade de mandar o filhinho pra puta que pariu? Well, eu não sou mãe mas não sou lá muito fã de “crionçinhas”. Longe de mim! Na trama deste filme, uma mãe meio que paga pela criação de seu filho, ou não, a maldade está inerente ao ser humano[?]. Eu confesso que odeio blá blá blá de psicanálise. Tilda Swinton está fantástica como a mãe relapsa. Esquecida pelo Oscar, uma grande injustiça, ela dá de pau na Streep no chatinho do A Dama de Ferro. Destaque ainda aos dois filhos da Tilda, Ezra Miller e Ashley Gerasimovich, e à presença da cor vermelha do início ao fim do filme. A intro do filme é magnífica, com a Tilda jovem meio que num culto ao Baco. E o nome da mãe tinha que ser Eva, né? Grande Mãe multifacetada. O filme é adaptado de um romance do mesmo título, na cola de Elefante do Gus Van Sant. Eu me identifiquei bastante, tive um irmão mais velho que deu um trabalhão na adolescência, gracias que esta fase já passou [comprem minha biografia very soon.kk].
Decoremos o nome da diretora, Lynne Ramsay, premiada e indicada em várias premiações inglesas, como o Bafta.


muito bom mesmo!!
E concordo a Tilda tá bemm melhor que a Streep..
Aliás, melhor que todas as indicadas esse ano!
Puta injustiça!
hahahahahahah
e eu estou aqui na fileira à espera da sua biografia!
muito bommmm