Adaptação de romance de espionagem famoso de John Le Carré que já havia sido adaptado para tv britânica nos anos 70. Achei a película minimalista demais para um filme de espionagem. Assim, entendi ABSOLUTAMENTE NADA da trama. Juro! kkk
E o tratamento é tão frio que eu confesso que não estou nem pensando em ir atrás de algum entendimento.
E o Gary Oldman tem sido super reverenciado pela crítica… Ele tem lá os seus bons momentos, mas a maquiagem tá tão pesada e sua interpretação tão gélida que não rola ‘aquela’ identificação com o protagonista. Me identifiquei mais com o Tom Hardy. Hahaha. Aaah, o elenco tem várias feras em papéis secundários e a grande decepção ficou por conta do Colin Firth. Nunca pensei que eu pudesse um dia falar algo do tipo, mas sim, ele está bem canastrão. E além do Hardy, dá para rolar umidificações pelo Mark Strong e pelo até então desconhecido Benedict Cumberbatch [que me lembrou o charmoso Alan Hickman].
No mais é o tipo de filme que merece destaque pela parte técnica, IMPECÁVEL. Confesso que eu fui até o final do filme dando conta de todos os detalhes. Montagem, fotografia, luz, direção de arte, figurino, de deixar qualquer um de queixo caído. O filme recebeu recentemente 11 indicações ao prêmio Bafta [que é inglês] em protesto ao esquecimento do mesmo nas premiações americanas, mas eu acho que merece prêmios somente pela parte técnica mesmo.
Tomas Alfredson dirigiu o clássico contemporâneo Deixe ela entrar, tá? Significa mas vamos deixar de nerdismos.
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Acho que inesquecíveis serão as cenas do Gary Oldman fazendo nado cachorrinho naquele lago pitoresco. Ririri
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E o título em português ficou lembrando nome de filme bundão.

