Baseado em romance de Jean Genet, o filme póstumo do diretor Rainer Werner Fassbinder desagradará ao público mais conservador: extremamente fetichista(vide TIm of Finland), esteticamente plástico e com interpretações melodramaticamente robóticas. Às vezes até muito tosco(figurinos e cenários bizarros), mas é um filme muito importante para uma discussão seguindo a linha da queer theory envolvendo identidade, questões de poder foucaultianas(que pleonasmo!.P), etc. Estou até a pensar em levar o filme para meu futuro artigo final da especialização. Tipo assim, acho o Genet uma bee muito homofóbica, neah? Jeanne Moreau é a única mulher no filme e sua personagem é tão desolada cantando aqueles versos do Oscar Wilde. Destaco mesmo o excesso de fetichismo, voltei a pensar demais naquila depois do filme… Aim Nono! .PPP

2 Comentários
Abril 16, 2008 às 11:51 pm
comassim genet homofóbico, sam ???
hohohohem
o mesmo que jece valadão misógino ???
hohoheuhoho
….. oops
Abril 17, 2008 às 12:03 am
tenho esse filme pq adoro os três… genet, fassbinder e brad davis… mmm, … e acho um filme lindo … adoro os cenários .. o climão … a moreau cantando “each man kills the things he loves .. ” … fassibinder, brad davis e genet me emocionam sempre que vejo “querelle” …
[ o marcelo evelin já montou uma adaptação de "nossa senhora das flores" do genet aqui em teresina ... aconselho a leitura... e se vc pensou naquila com o filme, fio .. leia o livro ... é punheta de levar o livro pro banheiro pra ler punhetando .. heuuaheuhaueho]
bjoksss